Levi’s Inova !

A  Levi’s trouxe para o Brasil o seu novo modelo loja.  A primeira loja a apresentar a mudança está localizada na Rua Oscar Freire, no bairro dos Jardins, em São Paulo,e segue o conceito Neighborhood Store e faz parte do plano de globalização

 A  loja  vai apresentar uma linha de produtos exclusivos e a equipe de atendimento é treinada para fornecer informações diferenciadas sobre o bairro.

O novo conceito é resultado de um estudo feito em algumas lojas da marca localizadas em pontos frequentados por turistas. Segundo o levantamento, clientes que não eram da região costumavam  pedir dicas sobre restaurantes, cafés, etc…
A arquitetura segue acultura local. A loja de Malibu, por exemplo, tem uma temática totalmente praiana. No caso da Oscar Freire, o layout é urbano, com apelo fashion. A decoração conta ainda com peças artesanais, como tapetes produzidos no Nordeste brasileiro, e objetos vintage paulistanos, principalmente livros de arquitetura e arte brasileiras.
Para não perder a identidade da Levi’s, o espaço apresenta elementos do mobiliário ligados ao espírito da marca, como livros decorativos e bandeiras dos Estados Unidos. Para completar o projeto, os consumidores encontram quadros que evidenciam a cultura paulistana, com imagens do Mercado Municipal, Estação da Luz e Edifício Copan, além de vistas noturnas da cidade.
Para a inauguração, a empresa trouxe peças selecionadas e assinadas por Jean Paul Gaultier, House of Holand e a linha Levi’s Vintage Clothing, com roupas inspiradas nas primeiras coleções da marca. Outro diferencial é que, aos sábados, serão servidos drinks para os clientes da loja.

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Carnaval e Saúde Bucal

O carnaval está chegando. Serão quatro dias de muita alegria e, para alguns, também de muitos excessos que podem trazer consequências graves para a saúde durante a folia e ao longo da vida.

 

Para que o sorriso não seja prejudicado, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) recomenda não descuidar da saúde bucal, importante para a saúde de todo o corpo.

A boca é porta de entrada para bactérias e vírus. Para quem a usa de forma displicente é importante saber que cerca de dois bilhões de bactérias habitam uma única gota de saliva. Além delas, um vírus, o Epstein-Barr, que causa a mononucleose infecciosa, precisa apenas do contato direto da mucosa com a saliva contaminada para ser transmitido. Ou seja, um “beijo de língua” pode acabar sendo prejudicial. “Não é à toa que a mononucleose infecciosa é conhecida como a doença do beijo”, lembra a estomatologista Maria Carméli Sampaio, consultora da ABO, que diz que o aumento da incidência da doença após o carnaval é notório nas clínicas de infectologia e nos consultórios odontológicos.

A doença do beijo é caracterizada por mal-estar, febre, dor de cabeça e de garganta, aumento de gânglios, ínguas no pescoço e inflamação leve e transitória do fígado (hepatite). Para evitar esses problemas, uma vida sem excessos é o melhor caminho. Como se trata de um vírus, é importante que o indivíduo não tenha baixa resistência imunológica, alimente-se e durma bem, consuma complementos vitamínicos e outros. Segundo a estomatologista, o mesmo vale para outras doenças que podem ser transmitidas pelo beijo, como tuberculose, hepatite e sífilis. Uma higienização oral frequente ajuda a evitar outros problemas, como a transmissão de cárie, que também se aproveita da troca de salivas.

 

Sexo oral e DSTs

Se o beijo pode ser uma via de transmissão de doenças, o sexo oral, pelos contatos mais íntimos entre os organismos envolvidos, é uma via expressa, deixando o corpo à mercê de uma série de riscos. O cirurgião-dentista é capacitado para diagnosticar doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) na cavidade bucal, prestando os primeiros esclarecimentos e encaminhando o paciente ao tratamento adequado.

Segundo Maria Carméli Sampaio, uma das DSTs de maior incidência após o carnaval é o condiloma acuminado, conhecido como crista de galo, lesão na esfera genital causada pelo Papilomavirus Humano (HPV). “É importante que o sexo oral também seja praticado com camisinha, porque os riscos de contágio dessa doença são grandes”, aconselha.

Outras doenças que podem ser mais facilmente transmitidas por via oral são a gonorreia, caracterizada por vermelhão, ardência e prurido na mucosa, e a sífilis, ferida indolor no lábio ou língua. Além dos cuidados antes selecionando bem o parceiro e durante usando preservativo, é importante não descuidar depois. A visita regular ao cirurgião-dentista pode ser decisiva por facilitar o diagnóstico precoce de diversas doenças relacionadas à cavidade bucal.

 

Drogas e saúde bucal

O abuso de álcool e outras drogas também se refletem na boca. A mucosa bucal é uma ótima via de aplicação de entorpecentes, pois muitos deles são colocados sob a língua. “O mesmo vale para o álcool, que causa descamação mais intensa da mucosa. O risco de queimaduras é grande”, alerta a consultora da ABO. Para ela, o efeito solubilizante do álcool aumenta a permeabilidade das células da mucosa aos agentes carcinogênicos.

O consumo de outras drogas pode ser igualmente prejudicial. As inalantes (lança-perfume, éter, clorofórmio), bastante populares no carnaval, além de perda de consciência e morte por parada cardíaca ou respiratória, podem causar queimaduras na boca, sensibilidade dentinária e maior probabilidade de problema periodontal.

Outra grande campeã de público no carnaval é a cocaína, especialmente entre os jovens. Em pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas em São Paulo com pacientes adolescentes internos, a cocaína, que provoca sensação de dinamismo e potência, é a segunda droga mais consumida, perdendo apenas para a maconha. “Além de todos os outros problemas mais conhecidos, o uso da cocaína pode causar erosão nos colos cervicais dos dentes, maior formação de cálculo, ressecamento da mucosa da cavidade bucal e maior incidência de descamação gengival”, especifica

Maria Carméli.

Colaboração: Dr. Carlos Loureiro

Fonte: ABO
Revsta Odonto magazine